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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sentimentos e sua fonte

Quando conhecer a fonte e o caminho dos meus sentimentos, me conhecerei por inteiro. Talvez eu seja, apenas, uma mistura deles. Nada há para suprimí-los.

Deus e sua existência

Agora mesmo vou caminhar à beira do mar. Refletir sobre tudo o que acontece comigo e com as pessoas que circundam-me. Ouvir o som da água indo de encontro as rochas, sentir a vibração do mar, o poder que ali existe, iluminar-me com tranquilidade, equilíbrio, paz, calma e uma série de qualidades. Em cada canto, irei procurar respostas. Posseidon, Oxúm, Yemanjá, Jesus, Buda, Zeus ... espero poder conhecê-los, sendo verdadeiros ou imaginários. Seguindo minha razão, estarei tentando encontrar algo que não existe, Deuses que não existem. Mas, ainda contando com ela, acredito que "vieram" para o bem de todos. Talvez, cada um de nós somos um Deus. Talvez nossos planos, desejos e sonhos materiais faça com que vejamos as coisas de um outro ângulo. Fazendo com que não acreditemos na existência de Deus. Meu coração diz que Nosso Senhor existe. Minha razão diz que não existiu, em forma. É somente uma criação humana. Contudo, com uma tentativa de resposta concreta: continuarei à procura de respostas - meu coração aceita a sua existência, minha consciência grita o oposto. Vivemos em contínuas tristezas e alegrias.
Sinceramente, EU, não sei se sou capaz de compreender Deus. Vou à praia.

                                     Salvador - BA. 23:42 Horas. 12/10/2011 

                                                               Wolfgang Terra

O segredo do silêncio!

Filmes, músicas, peças teatrais e qualquer outra forma de arte, nada mais é do que experiências; adquiridas à partir de outros ou vivenciadas. Todos nós podemos criar. Talvez estejamos neste mundo apenas para criar. Há quem diga que artistas são preguiçosos, bêbados ou drogados. Pode ser. Mas a verdadeira resposta está no silêncio. Este sim apresentará as verdadeiras respostas. Não consegue fazer nada? Sente-se, pegue uma caneta e um papel. Pense e escreva!
Não precisa escrever com a razão. Pode ser real ou imaginário. Não precisa escrever o que outras pessoas gostarão de ler. Parece que estamos perdendo a individualidade, onde o que é mais válido e aceitável é o que a maioria gosta. Esqueça a lógica, a racionalidade, as regras ... Ah, é necessário seguir apenas uma regra: escrever com a alma. Silêncio!